A primeira edição do Integra ICHI reuniu docentes, estudantes e técnicos da FURG em um espaço de integração e cultura organizado nas dependências do Cidec-Sul. O evento contou com exposições dos cursos de graduação e pós-graduação do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, com projetos, laboratórios e a presença dos centros acadêmicos, além de oficinas, rodas de conversa, sessão de cinema, show musical e uma visita guiada ao Nume.
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Conforme explicou o professor Cristiano Engelke, diretor do ICHI, essa primeira edição é resultado de uma construção coletiva de todas as categorias que envolvem o Instituto "a partir de uma iniciativa da direção, que reuniu todas as categorias, todos os cursos, grupos de pesquisa, laboratórios e projetos, com o objetivo principal de integrar o Instituto". Segundo ele, a ideia inicial não se tratava necessariamente de um evento acadêmico, "mas muito mais para nos conhecermos, nós que somos o maior instituto da universidade, em número de docentes, de estudantes, de cursos e turmas oferecidas. É muito importante que a gente cada vez mais se integre, tenha conhecimento dos projetos, pois temos muitas possibilidades de trabalhos transversais".
Essa visão do diretor foi comprovada na prática durante o evento. Estudante do 7º semestre do curso de Arqueologia, João Brown comemorou a oportunidade de troca com outros cursos. "A arqueologia depende muito de interdisciplinaridade e eu, particularmente, fiquei muito contente de poder conversar com outros estudantes e ver similaridades em projetos que a galera da História, da Geografia está fazendo conosco. Teve um colega que falou que nem sabia da existência de um laboratório da Geografia que trabalha com urbanismo, e que mesclava perfeitamente com a sua pesquisa, e que ele conheceu ali", observou. "Então foi uma ótima oportunidade para os estudantes e professores conversarem, trocar o que estão fazendo, ter um descanso e não olhar só para o nosso umbigo dentro do ICHI; poder ver o que a outra galera está fazendo. Isso foi muito massa, e é nítido que 2025 é o ano que a galera está dedicada a voltar à movimentação da Universidade", completou o acadêmico.
Em seguida à mesa de abertura no Auditório Central, houve um momento de oficinas e rodas de conversa em cinco atividades diferentes. Houve confecção de bonecas Abayomi, conversas com o movimento estudantil e com a Diretoria de Extensão (Diex), que abordou a extensão universitária, bem como uma oficina de metodologia de pesquisa com o ensino de história e a ditadura. Houve também exibição do filme documentário "Portas Polifônicas", produzido por estudantes do curso de Turismo no campus Santa Vitória do Palmar.
Após o coffee break no hall do Cidec, o evento foi finalizado com a apresentação musical da Atijo Wá, uma banda de reggae parcialmente integrada por estudantes do ICHI.
O Integra ICHI contou com a contribuição das Pró-reitorias de Extensão e Cultura (Proexc), Infraestrutura (Proinfra), Graduação (Prograd), entre outras, além do Núcleo de Memória Eng. Francisco Martins Bastos (Nume), que coordenou visitas guiada à sua sede.