Na noite desta quarta-feira, 8, o Comitê de Avaliação e Prognóstico de Eventos Extremos da FURG publicou mais uma atualização do seu Boletim de Monitoramento do Fenômeno Climático que avança sobre a metade sul do Estado. Na ocasião, a equipe debruçou suas atividades ao longo do dia para elaborar uma série de mapas de simulação de impacto, elencando 17 zonas do município consideradas críticas. Confira o conteúdo na íntegra ao final deste texto.
Projeção
Conforme informado no Boletim divulgado na última terça-feira, 7, a mais recente atualização apresenta uma projeção das condições de alagamento para diferentes regiões da cidade do Rio Grande. O cenário tem como base os níveis registrados na enchente de 1941 acrescentando um aumento de 40 cm no nível da água (índice descrito no documento como 1941+40). “Ainda não atingimos estes níveis, porém, as informações apresentadas servem como referência para a população, incluindo as autoridades e tomadores de decisão”, destaca o relatório.
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Mais que um documento técnico, a sexta edição do Boletim tem como objetivo tornar-se um guia de consulta para a cidade, e dessa forma, traz uma série de informações gerais sobre a atual situação e os possíveis impactos em curto prazo. Para navegar no relatório e buscar o mapa de sua região, observe os números no Índice de Imagens – que vai de 0 a 16 - e procure o indicador referente ao Cenário de Inundação da sua região de interesse.
Em todos os mapas, a escala de profundidade da lâmina d’água – termo utilizado para denominar a área onde a água cobre o chão durante uma inundação - é apresentada em intervalos de 25 cm. Essa variação está representada pela legenda de cores em cada uma das imagens, dentro de uma escala que vai do azul para o magenta, até um limite de 1,75m. Áreas em magenta, vermelho, laranja e verde são as áreas mais críticas.
“Recomenda-se, fortemente, que as pessoas tomem as precauções necessárias para segurança pessoal e patrimonial, especialmente aquelas pessoas que residem nas áreas críticas ou próximo delas”, frisa o comitê. É importante destacar, ainda, que o boletim não apresenta mapas para regiões de baixo risco, como o Cassino, por exemplo; ou áreas que já foram totalmente evacuadas pela Defesa Civil, como a Ilha da Torotama e Ilha dos Marinheiros. Se você não encontrou no documento a área do seu interesse, é porque essa região se encontra em um dos dois cenários acima. Continue atento ao portal FURG.br e ao perfil da universidade no Instagram para as últimas atualizações de monitoramento do Evento.